sexta-feira, 23/10/2026

Ingrid Guimarães e Clara discutem os desafios da adolescência e a relação entre gerações nas redes sociais

A adolescência, um período tradicionalmente repleto de desafios, ganhou novas dimensões com a influência dos celulares e das redes sociais. Para a atriz Ingrid Guimarães, esse desafio é ainda mais palpável ao observar sua…

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A adolescência, um período tradicionalmente repleto de desafios, ganhou novas dimensões com a influência dos celulares e das redes sociais. Para a atriz Ingrid Guimarães, esse desafio é ainda mais palpável ao observar sua filha Clara atravessando essa fase. A necessidade de compreender o mundo digital dos adolescentes se tornou um aprendizado constante para Ingrid.

Acostumada a compartilhar momentos de sua vida nas redes sociais, a atriz revela que, atualmente, cada postagem que envolve Clara é discutida e aprovada pela jovem. “Qualquer coisa que eu poste é super negociado. ‘Deixa eu ver se eu gosto’. O crivo dela é o maior de todos”, comenta Ingrid, destacando a importância da participação da filha em sua presença virtual.

Mãe e filha estão unidas em um projeto especial: Clara se prepara para estrear em um musical inspirado em “Confissões de Adolescente”, uma obra que foi um marco na carreira de Ingrid nos anos 90. “Eu cresci com a minha mãe contando histórias de como foi participar de ‘Confissões’. O início da minha carreira estar sendo no mesmo projeto em que ela trabalhou com a mesma idade está sendo muito especial para mim”, revela Clara, evidenciando a conexão familiar e a continuidade de suas trajetórias artísticas.

Embora a relação entre mãe e filha seja próxima, Ingrid admite que nem sempre as duas se entendem completamente. As diferenças nas expressões e referências culturais são frequentes. “Ela flui bem e tem ruídos”, resume a atriz, que se empenha para se manter atualizada quanto às gírias e tendências que permeiam o cotidiano dos jovens. “Eu levo a sério porque eu quero entender o que estou perdendo”, brinca, demonstrando seu esforço em se conectar com a linguagem da nova geração.

Observando Clara e suas amigas, Ingrid nota que a adolescência é um período de transição veloz entre a infância e a vida adulta. “Eu fico observando elas lá em casa, todas juntas. É o último gole de espontaneidade. Daqui a pouco é uma mulher, independente, vai sozinha para tudo”, reflete, ressaltando a natureza efêmera da infância e a inevitabilidade do crescimento.